A CRISE É DE CASA

Altos índices de desemprego assombram mulheres, homens e jovens no Brasil

Por: Leonardo Oliveira

Quando fazemos uma análise de assuntos tão abrangentes e que estão em constantes mudanças devemos estar atentos e tomar certo cuidados, com a economia isso não é diferente, afinal, é ela que indica como está a atual situação do país. Se avaliarmos, por exemplo, o Brasil no período dos últimos 5 anos, percebe-se que houve diminuição do salário dos empregados, redução de produção e da oferta de serviço e taxas de desemprego em torno de 7,1%, porcentagem do ano de 2010.

Esses problemas costumam permanecer por certo período, deixando o país em estado de alerta e com um crescimento econômico inferior ao esperado, também chamado de recessão. A economia em recessão leva a um baixo investimento no país, aumento dos juros, da inflação-que este ano bateu a casa dos 9,5%, diminuição de crédito na praça, baixa produção nas empresas e, como consequência eleva o número de desempregados do país.

A taxa de desemprego no Brasil foi a mais alta em dois anos, o índice de 7,9% que foi registrado numa pesquisa apresentada no primeiro trimestre de 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE),e nesse período soma aproximadamente 8 milhões de pessoas, 985.000 a mais do que ocorreu nesse mesmo período em 2014.Já no segundo trimestre deste ano a porcentagem subiu para 8,3%.

Taxa de desemprego em nível recorde

Grafico

http://www.ibge.gov.br/home/

As mulheres e os jovens são os mais prejudicados. Com uma simples comparação, a taxa de desemprego para homens foi de 6,6% e para as mulheres 9,6%. Já entre os jovens 17,6% estavam sem trabalho nos três primeiros meses deste ano.

Pessoas que também não concluíram o ensino médio ou não tem especializações sofrem na hora de buscar um emprego, em conjunto a isso as empresas estão reduzindo as admissões, e quando admitem propõem ao futuro empregado, serviço em setores com salários mais baixos.

Como os jovens enxergam o desemprego

O desemprego tem crescido em todo o país e atingido todas as faixas etárias, com mais intensidade os jovens.  A taxa de desemprego de jovens entre 18 a 24 anos cresceu 12,3% em maio de 2014 para 16,4% em maio deste ano; (Fonte: IBGE).

Liliane Labella é um exemplo de que o mercado está precário, a jovem de 19 anos, estudante de  da Faculdade FIAM (FACULDADES INTEGRADAS ALCANTARA MACHADO), está em busca de um emprego a quase um ano e não teve nenhum resultado. “O mercado está muito difícil e concorrido atualmente, vejo em minhas amigas na mesma situação e fico muito preocupada”, disse a jovem.

A estudante que está no quarto semestre de Jornalismo tem uma esperança de que logo as coisas melhorem e as empresas comecem a contratar novos funcionários “espero que a crise que estamos passando dê uma amenizada e que as empresas voltem a contratar, estou estudando muito e bastante confiante que isso venha a acontecer logo” disse Liliane, que tem formação prevista para dezembro de 2017.

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