RIO 2016: JOGOS OLÍMPICOS CHEGAM À CIDADE MARAVILHOSA

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Pouco menos de um ano para o ínicio dos jogos olímpicos o Rio se preparara para receber a maior celebração do esporte mundial.

Por: Leonardo Oliveira

Em homenagem a Zeus, os gregos criaram os Jogos Olímpicos por volta de 2500 A.C, saíam de várias cidades e se uniam no santuário de Olímpia (por isso “Olimpíadas”) para disputar competições esportivas. E agora, após algumas tentativas, o Rio de Janeiro vai sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em 2016. A cidade maravilhosa deixou para trás Madri, Tóquio e Chicago.

Um evento de grande porte como este, pode trazer mais experiência para o País. Segundo o Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, responsável por fiscalizar os gastos envolvidos na preparação da Cidade do Rio de Janeiro, visitou as instalações e relatou que a preparação para os Jogos encontra-se melhor do que a da Copa em 2014. E acrescentou que, há esperanças que este evento possa favorecer o Brasil em âmbito internacional e no turismo.

As transformações no Rio estão em andamento, e a extensão de 16 quilômetros na Linha 4 do metrô tem prazo de entrega definido para 1°de julho. O projeto de 2,3 bilhões enfrenta obstáculos, Carlos Osório, Secretário de Transportes do Rio de Janeiro, afirma que é um desafio á curto prazo.

O legado do Jogos Olímpicos

Diante de tantas preparações para acolher os Jogos Olímpicos, há expectativas de geração de renda e empregos e as inegáveis comparações com a Copa do Mundo de 2014.

Houve estudos encomendados pelo Ministério dos Esportes à Fundação Instituto de Administração (FIA) que estimou este acontecimento poderia movimentar 51 bilhões em recursos e gerar 120 mil empregos, e assim, acarretar impacto positivo para o Rio de janeiro.

Economistas como Juan Jensen, da Consultoria Tendências, tem uma visão diferente sobre este possível impacto dos Jogos Olímpicos na economia, pois acredita que é evento menor que a Copa tanto em alcance geográfico quanto temporal. Otto Nogami, professor do Insper, acrescenta que efeitos positivos em longo prazo também não são garantidos.

Um especialista em economia do esporte da Universidade de Hamburgo, Wolfgang Maenning, os estudos sobre impactos  significativos dos Jogos para com geração de emprego, renda, arrecadação de impostos e até mesmo turismo não apresentam relevância. Ele descreve o evento como uma festa, em que todos ficam felizes. Mas nada além disso.

Cariocas olímpicos

Pouco menos de um ano para o inicio dos jogos, conversamos com João Lopes, 23 anos, estudante de Engenharia e morador da região de Jacarepaguá e que da laje da sua casa acompanha as obras do parque olímpico que estão em ritmo acelerado.

João diz que para ele e para sua família a vinda dos jogos só trouxe transtornos ”é muito trânsito, desde o primeiro dia de obras até hoje, o percurso que eu fazia antes em 45 minutos, hoje eu levo 1 hora e meia, tenho que passar pela região em obras e isso dificulta muito, a prefeitura deveria ter pensado em desvios ou soluções para evitar esses transtornos”.

Obras no Parque Olímpico

Quando perguntado se não consegue tirar nada de bom dessa vindo dos jogos para a sua cidade, João diz que conhece pessoas que foram empregadas graças ao aumento de obras, ” dois amigos e um primo conseguiram emprego devido a grande procura por mão de obra especializada na construção do parque, acho que isso é a única coisa boa que consigo tirar de tudo isso, o fato de ter o Rio de Janeiro em destaque mundial não me agrega nada, a cidade continua perigosa e pessoas correndo riscos diariamente, temos decisões mais importantes a serem tomadas, do que focar na vinda dos jogos”, afirma João.

CULTURA: KATY PERRY FAZ SHOW PARA MAIS DE 55 MIL FÃS EM SÃO PAULO

 

Mesmo com chuva, a cantora brincou, falou português e tirou ‘selfies’ com os fãs durante a apresentação

Por: Leonardo Oliveira

Sob a forte chuva que caía no Allianz Parque com mais de 55 mil fãs, Katy Perryapresentou a São Paulo a fantástica Prismatic World Tour, cheia de cores vibrantes, muitas luzes e coreografias que levantaram o público de todas as idades na sexta-feira, 25 de setembro. A abertura ficou por conta da dupla AlunaGeorge,que substituiu a cantora Robyn.

Katy Perry esbanjou simpatia durante o show

Segundo a própria Katy durante o show, os fãs brasileiros são os mais apaixonados do mundo. Fato que pode ser constatado com a imensa fila de barracas que se formava desde o início do mês de setembro, pelo público que era formado principalmente por adolescentes, com o único objetivo de obter um lugar mais perto da diva pop. APrismatic World Tour é uma turnê em que a cantora faz diversas interações com o público, incluindo tirar“selfies” com os fãs.

Mundo Prismatic

A turnê contou com uma pontualidade admirável em todos os locais por onde passou ao redor do mundo, no entanto, a chuva que caía forte sobre a cidade de São Paulo no dia do show pode ter sido responsável pelo atraso de quase meia hora para o início da apresentação. O impacto de toda a água que caía sobre o público eufórico e ansioso pela apresentação, além de causar o atraso para o início, afetou a performance coreográfica de Katy e seus dançarinos, que utilizariam a passarela em praticamente todas as músicas do show, como pôde ser constatado em edições anteriores da tour mundial. Apesar desse imprevisto, a cantora levantou o público com seu ânimo e coreografias divertidas feitas com muita disposição no palco.

Ao apagarem-se os telões, dançarinos com lanças luminosas e coloridas começaram a coreografia inicial do hit “Roar”, enquanto a cantora saía de uma pirâmide que foi se abrindo aos poucos, trazendo o estádio abaixo com a batida contagiante e um refrão irresistível que estava na boca de todos os presentes.

Katy Perry durante sua apresentação em São Paulo

Dividido em atos, como em um musical, Katy começa no prisma e suas luzes, passa pelo Egito quando canta “Dark Horse” e ainda faz um “trowback” para entoar “Last Friday Night”. O final fica por conta de “Firework”, com muitos fogos de artifício para delírio dos katycats molhados.

Não somente as músicas do disco Prism, lançado em 2014, foram os destaques do show. Hits como “Teenage Dream” e “Firework” arrancaram lágrimas e fizeram o público cantar a plenos pulmões equanto a chuva apertava ainda mais. Para a tristeza dos fãs as músicas “Birthday”, “Love Me”, e “It Takes Two” foram retiradas do repertório que originalmente as teve no setlist em outros países que receberam a turnê.

O carisma e simpatia de Katy renderam ainda momentos muito divertidos, como a hora em que Lucas, um jovem que aparentava ter 19 anos,foi chamado ao palco pela cantora e ao ser questionado – em inglês – sobre sua nacionalidade afirmou  não saber  sua nacionalidade, por não compreender o que havia sido questionado,  rendeu algumas risadas no público presente.

Quase brasileira

Ainda aproveitando o entusiasmo da interação com os fãs, Katy arriscou o português, soltando algumas frases como: “Não fala da mama” e “Morta linda”, a pedido dos fãs. A última frase, inclusive, a fez usar o boné de uma fã no palco com o dizer “Morta”, termo bastante utilizado nas redes sociais por seus fãs brasileiros.

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Na plateia, Leonardo Cardinalli, 17 anos, estava eufórico ao fim do show. De Atibaia, interior de São Paulo, o jovem passou o dia todo na fila e conta que foi um dos melhores momentos da sua vida. “Eu não acredito ainda que vivi esse dia, foi tudo incrível, toda a chuva que levei e as horas que passei na fila valeram muito a pena e estou muito realizado. Foi como viver um sonho, a Katy é maravilhosa, uma verdadeira diva”, disse o garoto.

Sem dúvida é possível dizer que o show da Katy Perry foi um dos maiores acontecimentos do mundo pop no Brasil em 2015. A cantora deu um espetáculo de carisma e animação, mesmo embaixo d’água. Os fãs já aguardam ansiosamente a próxima turnê.

 

O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO E VIOLENTO

Roubos e furtos são cometidos por grupos de jovens em praias consideradas nobres

Por: Leonardo Oliveira

No último fim de semana, a cidade recebeu atenção não só pelo Rock in Rio, mas também devido aos crimes cometidos na zona-sul. Com a cidade cheia de turistas, eles levaram celulares, correntes, dinheiro, carteiras; além de agirem com violência.

Só na 14° DP,Leblon, mais de 80 queixas de furtos foram registradas entre sábado e domingo. Na 12° DP foram 71 furtos e 11 roubos.

A Justiça do RJ determinou na quarta-feira, 23, a internação provisória  de 28 menores  envolvidos, todos serão encaminhados à unidades do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas).

Pessoas assustadas durante arrastão em umas das praias do Rio de Janeiro

Orgulho do ato criminoso

Mesmo com a repercussão nacional desses acontecimentos,os autores dos crimes não fazem questão de esconder e postam em seus perfis nas redes socias para outros grupos e seguidores  fotos  dos objetos roubados das vítimas,uma delas leva a legenda “Zona-Sul é minha vitrine,lá eu escolho o meu maciço”, desbravando orgulho.

Há uma investigação para bloquear estes perfis com apologia ao crime,porém a maioria permanece na rede.

Objetos roubados são expostos em redes sociais

 Apartheid do século XXI

Após esses acontecimentos, o governador do Estado, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, defenderam a ideia da abordagem de ônibus vindos da zona norte/oeste para a zona-sul, onde ficam as nobres praias Copacabana, Ipanema e Leblon. Jovens que estiverem sem documentos, dinheiro para comer,beber,pagar passagem e/ou sem documentos serão considerados suspeitos e levados à delegacia. Essa proposta contraria a recomendação do Ministério Público que defende que apreensões de menores só podem ser feitas mediante a flagrante, além de ferir o direito de ir e vir do ser humano.

A diferença social na cidade maravilhosa é abissal,enquanto um morador de Ipanema tem uma renda mensal equivalente a R$ 6 mil,e 60% com ensino superior,no Jacarezinho não chega a R$ 440 e só 1 a cada 100 moradores consegue concluir a faculdade.

Pelos olhos de quem está lá

A população do Rio de Janeiro acaba sofrendo e muito com a violência e os ataques sofridos em várias partes da cidade, os moradores acabam assistindo de camarote ou em várias vezes participam diretamente desses incidentes. Thiago Alamonso,20, carioca da gema é morador de um dos bairros mais nobres da cidade e diz que nunca sofreu nenhum ataque e com isso considera-se muito sortudo, afinal, não é uma realidade de todos os moradores ou de quem vai até a cidade para conhecer os pontos e praias tão incríveis.

“Eu, particularmente, nunca fui roubado ou passei por situações de extremo perigo, mas já vi algumas cenas chocantes e que muito me incomodaram, amigos e familiares já perderam bens materias, meu tio, por exemplo, perdeu a carteira, relógio e alguns anéis para os famosos batedores de carteiras. Isso me chateia demais e acredito que deveria ter um investimento na segurança mais pesado e que os governantes apostassem em polícias mais bem preparados, viaturas e em palestras para a população saber como se comportar e o que pode fazer quando passar por essas situações” diz Thiago.

A jornalista Amanda Gomes, 27, é paulista, mas sempre que possível visita o Rio de Janeiro, suas idas a Cidade Maravilhosa começaram há quatro anos. “Quando eu vou, não quero voltar” diz Amanda.

Com os frequentes arrastões no Rio de janeiro, a jornalista, que viajou para lá recentemente, não se intimidou: “Me sinto segura no Rio, nunca fui assaltada”. E complementa relatando que o máximo que presenciou foi uma briga em Ipanema e que havia seguranças por perto, logo tudo foi esclarecido.

Embora a cidade esteja passando por um momento que exige um olhar mais atento em questão de segurança pública, o Rio de Janeiro deixou de ser o epicentro da violência urbana, onde as regiões Norte e Nordeste indicam índices alarmantes, segundo Mapa da da Violência com pesquisas realizadas em 2014.

A CRISE É DE CASA

Altos índices de desemprego assombram mulheres, homens e jovens no Brasil

Por: Leonardo Oliveira

Quando fazemos uma análise de assuntos tão abrangentes e que estão em constantes mudanças devemos estar atentos e tomar certo cuidados, com a economia isso não é diferente, afinal, é ela que indica como está a atual situação do país. Se avaliarmos, por exemplo, o Brasil no período dos últimos 5 anos, percebe-se que houve diminuição do salário dos empregados, redução de produção e da oferta de serviço e taxas de desemprego em torno de 7,1%, porcentagem do ano de 2010.

Esses problemas costumam permanecer por certo período, deixando o país em estado de alerta e com um crescimento econômico inferior ao esperado, também chamado de recessão. A economia em recessão leva a um baixo investimento no país, aumento dos juros, da inflação-que este ano bateu a casa dos 9,5%, diminuição de crédito na praça, baixa produção nas empresas e, como consequência eleva o número de desempregados do país.

A taxa de desemprego no Brasil foi a mais alta em dois anos, o índice de 7,9% que foi registrado numa pesquisa apresentada no primeiro trimestre de 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE),e nesse período soma aproximadamente 8 milhões de pessoas, 985.000 a mais do que ocorreu nesse mesmo período em 2014.Já no segundo trimestre deste ano a porcentagem subiu para 8,3%.

Taxa de desemprego em nível recorde

Grafico

http://www.ibge.gov.br/home/

As mulheres e os jovens são os mais prejudicados. Com uma simples comparação, a taxa de desemprego para homens foi de 6,6% e para as mulheres 9,6%. Já entre os jovens 17,6% estavam sem trabalho nos três primeiros meses deste ano.

Pessoas que também não concluíram o ensino médio ou não tem especializações sofrem na hora de buscar um emprego, em conjunto a isso as empresas estão reduzindo as admissões, e quando admitem propõem ao futuro empregado, serviço em setores com salários mais baixos.

Como os jovens enxergam o desemprego

O desemprego tem crescido em todo o país e atingido todas as faixas etárias, com mais intensidade os jovens.  A taxa de desemprego de jovens entre 18 a 24 anos cresceu 12,3% em maio de 2014 para 16,4% em maio deste ano; (Fonte: IBGE).

Liliane Labella é um exemplo de que o mercado está precário, a jovem de 19 anos, estudante de  da Faculdade FIAM (FACULDADES INTEGRADAS ALCANTARA MACHADO), está em busca de um emprego a quase um ano e não teve nenhum resultado. “O mercado está muito difícil e concorrido atualmente, vejo em minhas amigas na mesma situação e fico muito preocupada”, disse a jovem.

A estudante que está no quarto semestre de Jornalismo tem uma esperança de que logo as coisas melhorem e as empresas comecem a contratar novos funcionários “espero que a crise que estamos passando dê uma amenizada e que as empresas voltem a contratar, estou estudando muito e bastante confiante que isso venha a acontecer logo” disse Liliane, que tem formação prevista para dezembro de 2017.

EI: DO INÍCIO AO FIM? ATÉ ONDE VAI O PODER DO ESTADO ISLÂMICO

Quem são, como atuam, e quais são os principais alvos do Estado Islâmico

Por: Leonardo Oliveira

Não foi de uma forma repentina que o Estado Islâmico surgiu, influenciado quase que instantaneamente por costumes e crenças das tribos que habitavam o Oriente Médio muito antes do nascimento do profeta Maomé, que aos 40 anos recebeu revelações do Arcanjo Gabriel, se estendendo pelo período de 23 anos até originar o Alcorão, livro sagrado dos islâmicos. Com uma ideologia de pregar um partilhamento igualitário para o que os seguiam, contrariando a classe dominante, nesse caso os mais afortunados, porém, enquanto de um lado pensava de uma forma justa e mais nobre, de outro, invadia estados, cometia os mais diferentes abusos e combatia os infiéis que não seguiam as leis determinadas do Alcorão. Para que essas leis perpetuem até os dias atuais, Maomé deixou um legado extenso e também a função de Califa com o intuito de continuarem o “trabalho de Deus”. Seguindo essa regra, Abu Bakr al-Bagdad, atual líder, define-se “Califa” de todo o povo islâmico, recuperando os preceitos de Maomé e fazendo-se cumprir todas as doutrinas de Alá.

O grupo mostra-se extremamente violento e é vinculado á pratica de atrocidades, como: sequestros, assassinatos e torturas. As milícias do Estado Islâmico ostentam tanques de guerra, armamentos pesados, exibindo cabeças decapitadas em praça pública gritando nome de Alá.

Há grupos específicos que estão na mira do EI, como a minoria religiosa Yazidi (habitam o noroeste do Iraque), onde há a exigência que a seita se converta ao islamismo e fazem das mulheres da região, escravas sexuais.

Os cristãos também são silenciados pelo grupo e mulheres forçadas a usar burca, pois o EI acredita que “Quem não acredita em Alá será punido”

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Grupos fogem do Estado Islâmico

.Crianças e adolescentes também são vítimas. São separados dos pais ainda muito novos, são obrigados a estudar o Alcorão e fazer exercício físico. O resultado disso são jovens sendo utilizados para atentados suicidas e para decapitação de reféns. As mesmas atrocidades acontecem com crianças cristãs, xiitas, sunitas e Yazidi. Onde há relatos de matança coletiva, decapitação, crucificações, escravização e abuso sexual. O Estado Islâmico fez mais de 400 vítimas (mulheres e crianças) só no mês de junho.

A visão do ocidente para o oriente

Questionada se o Brasil deve intervir de alguma forma na situação do Estado Islâmico, Vanessa Santos, funcionária da secretaria da FIAM (FACULDADES INTEGRADAS ALCÂNTARA MACHADO), diz que o Brasil não tem condições nem estruturas para intervir em um conflito dessa proporção e que prefere que nossas autoridades não se envolvam nesse confronto. “Estamos passando por uma das piores crises dos últimos tempos, os governantes devem focar em uma solução para isso, se meter em um conflito que não nos diz respeito diretamente, pode ser um grande erro. Além do que nosso país tem como aliado os EUA e nossa intervenção seria quase um apoio aos EUA, algo muito ruim, que poderia gerar um conflito direto do Estado Islâmico contra nosso país” Diz Vanessa.

Ainda sobre intervenção do Brasil no Estado Islâmico, os EUA afirmaram recentemente por meio de uma funcionária do Departamento de Estado que o governo Obama gostaria de ver o Brasil envolvido no esforço internacional contra os radicais, Roberta Jacobson disse que um país “tão grande e importante” como o Brasil teria um papel a desempenhar no esforço internacional comandado pelos Estados Unidos.

Dilma Rousseff, entretanto, já deixou bem claro que o Brasil é totalmente contra a forma com que os EUA estão agindo com o Estado Islâmico. Durante uma entrevista coletiva questionou “Vocês acham que bombardear o EI resolve o problema?”, respondendo logo em seguida, “Porque, se resolvesse, a questão Iraque já estaria resolvida”.